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Toda a história da Cannabis: 100 - 1900 a.C., Guerra das Drogas e EUA

Toda a história da Cannabis: 100 - 1900 a.C., Guerra das Drogas e EUA

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A história da Cannabis perdura Milênios, desde os anos 6000 (a.C.), dando uso a diversos conhecimentos e receitas, que destacaram o conhecimento, em um uso continuado, das sementes de Cannabis, e o manejo do óleo de Cannabis para diversos tratamentos.

Com ênfase na história, a Cannabis viajou pelo vasto mundo, passando por povos africanos, gregos, indianos e árabes, que exploraram cada fibra e cada propriedade, para produção de combustíveis, e outras formas de consumo, possibilitando as origens de várias Strains para uso recreativo e medicinal.

Do ano 1 até 1000 a.C.

Como parte da história designada, primariamente com foco em seu crescimento abrangente e expansivo para o Oeste. O período de explosão comercial, por volta de 1 (a.C.) à 1900 (a.C.) viu o topo do potencial da Cannabis e estagiou o processo de vilificação, dessa planta miraculosa.

Durante o reino do império romano, na presença do Imperador Nero, o Físico conhecido na época, pelo nome de Dioscorides, Citava em suas anotações médicas de Farmacopeia o uso medicinal da Cannabis, um dos livros com a influência mais referencial da história, na época.

No entanto, no ano 100 (a.C.), as cordas de cânhamo fizeram sua primeira aparição na Inglaterra.

Indo adiante, em 200 (a.C.), surgiu o primeiro cirurgião, chinês, utilizando a Cannabis como anestésico, Hua T’o.

Nos anos 300 (a.C.), uma jovem mulher em Jerusalém, recebeu Cannabis, de forma anestésica, para facilitar as dores do parto. Em 500 - 600 (a.C.), A coletânea de livros sagrados dos judeus, o Talmude, listava em detalhes a euforia, das propriedades da Cannabis.

A Cannabis se espalhou imediatamente, através do continente europeu e asiático, sem sinais de repulsa. Em 570 (a.C.), a Rainha da França, Arnegunde, foi enterrada com vestes de cânhamo. Nesse meio tempo, a Cannabis então era levada a altas marés, em direção ao Ártico.

Os Vikings são responsáveis por trazer as sementes de Cannabis, e cordas de cânhamo para as regiões Nórdicas por volta de 850 até 1000 (a.C.). Com a tecnologia Viking dando início a era das embarcações, as cordas de cânhamo, começaram a ser adicionadas nos navios de frotas italianas.

Barco Viking com vela de cânhamo

Do ano 1000 até 1900 a.C.

A história da essência da Cannabis fica um pouco escura durante esse período. Nos anos abrangentes, 1090 - 1124 (a.C.), Hasan Ibn al-Sabbah, começou a recrutar seguidores para cometer Assassinatos em Khorasan, Pérsia.

Hasan e seus assassinos foram regularmente consumidos como parte do ritual, acreditando que Hashin, uma vez consumindo, garantia poderes super humanos e habilidades. A razão por trás disso, levou a acreditar que havia uma lenda. Hasan conseguiria recrutar qualquer seguidor leal o suficiente para sua causa, que consistia em uma espécie de ritual, no qual seus seguidores eram colocados em prova com essa forma potente de haxixe.

Assim que drogados, e inconscientes, Hasan deixava seus discípulos serem recolhidos, ao seu “Jardim dos Delírios da Terra”.

Dentro desse jardim aninhado ao vale da beleza, Hasan importara aves exóticas e plantas com vida, trabalhos artísticos, mobília em couro e maravilhosos deleites de comida de todo o globo. Hasan também usava lindas e jovens mulheres como parte do ritual.

Quando o recruta levantasse do seu coma induzido relacionado ao sonho psicodélico do Haxixe, ele seria recebido por belas donzelas, propício a acreditar que era o paraíso, enquanto seria dado início ao ritual.

Hasan então, deixava seu recruta drogado com mais Haxixe, e era levado ao seu Jardim inconscientemente.

Deixou como palavra de promessa de retorno ao seu paraíso, da qual Hasan garantiu méritos de lealdade aos seus recrutas.

Não por muito tempo depois da exploração de Hasan e seus assassinos esfumaçantes, o Ottomano Emir, Soudoun Scheikhouni tinha problemas pessoais com o primeiro edito contra comer o Haxixe em 1378 (a.C.).

Por volta de 1549 (a.C.), a Cannabis fez seu tour ao caminho da America do Sul. Escravos angolanos, que eram comercializados no convés dos Navios mercantes de Galinhas e mercadorias vivas, e tinham em sua rota, Porto de Galinhas - PE, como ponto de parada, direcionado aos grandes senhores de terra, nas plantações ao norte do Brasil.

Em 1606 (a.C.), os franceses e britânicos, começaram a cultivar Cannabis para cânhamo, em suas colônias em Porto Real, Virgínia e Plymouth, Massachusetts. Cannabis começou a tomar posicionamento na América.

Ao mesmo tempo, enquanto a pesquisa da Cannabis começou a subir a rampa, em 1753 (a.C.), o Botânico Suíço, Carl Linnaeus, foi o primeiro a classificar a Cannabis Sativa, prostrando o extenso trabalho para futuras pesquisas e experimentações na área da Cannabis.

Pelos anos 1800 (a.C.), as plantações de Cannabis, floresceram na Califórnia, Nova Yorque, Geórgia, Mississípi, Carolina do Sul, Nebraska e Kentucky. Então, em 1850, A Cannabis foi oficialmente adicionada a Farmacopeia do EUA

Naquele momento, ela foi usada em larga escala nos Estados Unidos. Dando a disponibilidade de uso, para escolha medicinal e recreativo, podendo ser adquiridas, em farmácias e armazéns.

Dando início a era do ano 1 até 1900, observamos a expansão crescente da Cannabis através do velho mundo, sendo moldado ao formato de um novo. Podendo, no entanto, ser usado para aplicações industriais, tratamentos medicinais, ou estados de euforia, a Cannabis era proveniente mente escolhida, como a verdadeira, plantação do Milagre.

No período de 1900, é aonde a existência da Cannabis começa a ser queimada e disseminada.

O racismo e a vilificação da Cannabis

Até então, como foi visto, o período de descoberta e experimentação seguido por um período de crescimento global. Agora, a Cannabis foi mantida em alta consideração, devido ao seu industrial, medicinal e aplicações psicoativas.

Quando deveríamos pensar que o mundo poderia finalmente aceitar o uso da Cannabis de forma segura e alternativa, relativo a álcool e drogas mais pesadas, pense de novo.

Partindo da desinformação e vilificação, dirigida aos meios de força políticos e oportunistas. Levando a reação negativa da média a distorção de informações, trazendo o submundo da indústria da Cannabis, algo que deveria ser desmistificado a mais de um século.

Policial se divertindo enquanto queima maconha

De 1900 até 1919

O ato regulamentatório, de comidas e bebidas de 1906, consistia no descarte de produtos contendo, álcool, ópio, cocaína e Cannabis.

O que poderia ser a primeira, das leis congregacionais, relacionados a maconha, não seria a última. Mais ao sul, os mexicanos estavam passando a violência da Revolução Mexicana de 1910. Milhares e milhares de mexicanos refugiados atravessaram a fronteira dos Estados Unidos.

Fazendo isso, esses refugiados trouxeram com eles, em sua cultura e aceitação de uso recreacional de Cannabis, não adivertidamente comprando e vendendo Cannabis, mediante cultivos ilegais, através dos cabelos do Tio Sam. Em 1914, foram trazidos pela passagem do Ato de Harrison, que definiu o uso da Cannabis (Juntamente a outras drogas), como parte de um crime.

Em 1915, o ato da proibição do uso não médico da Cannabis tinha se iniciado, primeiro na Califórnia, depois no Texas, Louisiana e Nova Yorque nos anos subsequentes.

De 1919 até 1941

Em 1919, a entrada da Lei Seca e a proibição do álcool, tomou efeito com a ratificação da 18ª emenda da Constituição dos Estados Unidos. Tornando agora ilegal a manufatura, venda, ou transporte de Álcool através dos Estados Unidos, tornando as Blitz e paradas policiais mais exigentes.

A proibição de álcool, posicionava a Cannabis como um atrativo alternativo para quem tinha ao alcance.

Pessoas jogando álcool na rua durante a lei seca

Com esse impulsionamento na opinião pública, poderia resultar em uma vida curta. Enquanto isso, no outro lado do mundo, os botânicos russos, classificaram outra espécie de muda de Cannabis Ruderalis.

Com a chegada do ano de 1928, o uso da Cannabis recreacional foi proibida na Grã-Bretanha, seguidos pelo governo dos chineses, que moveram todos os parâmetros possíveis para extirpar o Cultivo da Cannabis no Turquestão Oriental.

Em 1933, Congresso dos U.S.S em ratificação da 21 emenda, repelindo a proibição do Álcool. Tornando viável, que as boas novas, fariam aos consumidores de Álcool, e as más notícias direcionadas ao usuário de Cannabis, após 4 anos, depois do lançamento da 21 emenda.

O comissário da Narcóticos, Henry Anslinger, tornou sua missão pessoal, tornar a Cannabis uma vilã no mercado. O departamento de proibição, no qual Anslinger intitulava, estava agora em perigo de ser dissolvido devido a sua irrelevância.

Anslinger precisava de algo novo para proibir, e manter o seu departamento de ignorantes fundado. Decidindo que a Cannabis existia para a sua própria causa e extinção.

Dando origem as funções anti- Cannabicas e retóricas, cheias de racismo, destinados a comunidades mais pobres:

Onde estão 100.000,00 maconheiros nos U.S.S, em maioria negros, hispânicos, filipinos e procuradores de entretenimento artístico. Com sua música Satânica, Jazz e instrumentais, resultando no uso de Marijuana.

Essa Marijuana, dá desejo as mulheres brancas, permitindo relações inter-raciais com negros, animadores e entre outros. - Henry Anslinger.

Em 1936, o marketing do filme “A Loucura de Mary Juana” (Reefer Madness), foi criada no intuito de assustar o público americano, no caminho oposto ao da Cannabis.

O Filme retrata de diversas maneiras, tentativas de homicídio, assassinato, suicídio, tentativa de estupro, alucinações, e uma linha contínua de loucura, devido ao uso e vício da Cannabis.

Em 1937, O Congresso do U.S.S, passou a criminalizar o Ato de Taxar a Cannabis, Com Dr Willian C. Woodward testificando, pelo congresso. A associação Médica Americana, não conhece nenhuma evidência de que a Cannabis, é uma droga perigosa, e uma proibição passa e fazer menos sentido, dado fato de que a futura investigação poderia tornar usos sustanciais da medicina, para o Uso de Canabis.

O Congresso escolhe ignorar Woodward, e pelos flancos com a recomendação de Willian Randolph, famoso magnata jornaleiro e suporte, de significantes interesses financiais da indústria de Madeireiras.

Em 1941, A Cannabis, é oficialmente removida da Farmacopeia dos U.S.S e seu uso medicinal, não era mais reconhecido nos Estados Unidos.

Com o racismo rampante e interesses poderosos, entrando em conflito com a Cannabis, o futuro dessa maravilhosa planta, estava pendurada na igualdade.

A ascensão da Cannabis

Até então, a Cannabis levou uma surra das autoridades. Agendas racistas cheias, competindo com interesses próprios, trabalhando para vilificar a Cannabis.

Infelizmente, essa lista continuará bem até o próximo século, até o público abrir seus olhos com os benefícios da Cannabis, e começarem a agir para promulgar a mudança nos seus níveis de estado. Se tornando uma incerteza antes do por do Sol.

De 1951 até 2023

Sentenças acusatoriamente mínimas, e penalidades por drogas, tiveram um aumento substancial, e foram inalterados, depois do Ato da passagem de Boggs em 1951.

A Convicção de porte de Cannabis, acarretava agora em uma sentença mínima de 2 a 10 anos de cadeia, com fiança avaliada em $20.000,00 Dólares. Em 1970 a organização Nacional pelas leis da reforma da Marijuana, foi formada.

Há um salto enorme para a Cannabis e deveriamos ter solicitado uma investigação mais aprofundada através da maconha medicinal, mas a história de Cannabis vai além, o que torna a situação, claramente, um passo a frente, e dois para trás.

Em 1972, a Comissão Formatadora apontada pelo Presidente Richar Nixon, recomendava que o uso da Cannabis poderia ser legalizado novamente, como no início dos tempos, uma recomendação que Nixon ignorou. Uma citação do seu antigo ajudante, iluminando suas ideias na hora.

Nós sabíamos que não poderíamos tornar isso ilegal, ser contra as guerras, brigas raciais, mas ao ver pelos olhos do público, quando falamos de Cannabis, é fácil associar os hippies com a Marijuana, assim como Negros com heroína, e então criminalizar os dois pesadamente, nós poderíamos corromper essas comunidades. Nós poderíamos prender os seus líderes, saquear suas casas, acabar com seu esquemas, e vilificá-los à noite, ao beirar de novas e boas do noticiário, na televisão. Mas nós sabemos que estamos mentindo sobre as drogas? Claro que sim.” - John Ehrlichman, Acessor de Assuntos Domésticos da Casa Branca. (1969 - 1973)

Em 1977, Carl Sagan chegava a sugerir que o cultivo de Cannabis, poderia ser o motivo que dirigia a força por trás da civilização na totalidade.

Carl Sagan

“Poderia ser realmente interessante, se na história da humanidade, o cultivo de marijuana, liderasse em rumo à invenção da agricultura, e deste modo para a civilização.” - Carl Sagan

Por volta de 1981, o Presidente Jimmy Carter, se sentiu na obrigação de agir a favor da descriminalização da Cannabis.

Ele foi tão distante, que até mesmo solicitou ao Congresso, para abolir os artigos que denotavam como penalidades federais, aqueles que fossem pegos pela polícia, carregando menos que 1 oz (28,35g) de Cannabis.

Não sendo ultrapassado, em 1986, o então Presidente Ronald Reagan, reverteu o sentimento de começar uma “Guerra Contra as Drogas” e reinstalou sentenças mandatórias mínimas.

O Estado da Califórnia, o primeiro a banir o uso de Cannabis, reverteu sua posição de ilegalidade em 1996, tornando-a legal novamente, para pacientes sofrendo de Câncer, AIDS e outras condições mais sérias.

O Estado do Arizona, Colorado, Maine, Montana, Nevada, Oregon, Washington D.C., Hawaii, Maryland, Novo México, Ilhas Rhode e Vermont, em distritos vizinhos, logo seguiram o exemplo.

As coisas finalmente começaram a soar positivamente para o uso da Cannabis nos U.S.S até 1997, quando o Presidente Bill Clinton ignorou as recomendações do Instituto de Medicina.

O IOM constatou que Cannabis é segura e é uma medicina efetiva para pacientes sofrendo de certas doenças, mentais, físicas e terapêuticas.

Sabendo dessa informação, Clinton dobrou sua “Guerra Contra as Drogas” e tornou atualmente a prender e processar, pacientes prescritos e fornecedores, por toda a Califórnia.

Essa “Guerra Contra as Drogas” foi depois intensificada através da tomada de poder pela Presidência de George W. Bush, 2001 - 2008. E as marés altas e ondas, só se acalmaram após a chegada de Barack Obama, que findou essa “Guerra Contra as Drogas” ineficaz e incessante.

Em 2009, o departamento de Justiça, sob a guia de Barack Obama, anunciou que a procuradoria federal não mais poderia perseguir usuários de Cannabis e Fornecedores que estavam em conforme a Lei Estatal.

A “Guerra Contra as Drogas” ainda tem efeitos e ramificações distantes, chegando em custos e desastres patrimoniais astronômicos, totalizando 1 Trilhão de Dólares, em prejuízo.

Em 2012, no Colorado e em Washington, se tornou totalmente legal o uso de Maconha para termos medicinais e uso recreacional. Permitindo um grande ponto de virada para pacientes e entusiastas de Cannabis.

Todo o continente americano, agora tinha o termo legal de uso da Cannabis. Isso gerou tumulto, campanhas de paralisação, e interesses em conflito, opiniões Presidenciais e propagandas ultrajantes para a época, o suporte estrutural, dado a Cannabis agora é forte. A Opinião Pública para a Cannabis mudara e finalmente o futuro parecia brilhar, para essa planta milagrosa.

Os últimos a caírem foram, Califórnia, Massachussets, Maine e Nevada, se unindo a Washington, Oregon, Alaska, Colorado, e Michiga, permitindo o uso recreacional e medicinal da Cannabis.

Esse claramente, é um sinal de que a Cannabis não mais é vista como maligna, visto que 16 estados adicionais dos Estados Unidos, tiveram as suas iniciativas permitindo o uso medicinal e recreacional.

Mas a luta ainda não havia terminado. A Cannabis ainda era federalmente ilegal e ainda permanecerá até que o D.E.A (Narcóticos) remova a Cannabis da Constituição que a lista como droga, consistindo que o Congresso faça a remoção da lista de mandatos ofensivos e sentenças mínimas.

Adicionalmente, o Trump, recém-Presidente da Casa Branca e o Chefe do Departamento de Justiça, Jefferson Beauregard Sessions, assinaram um termo de retorno a “Guerra Contra as Drogas”.

Donald Trump e Jefferson Beauregard

No entanto, no estado da Presidência atual, a última declaração dada pelo Presidente Biden, na reforma de Leis de Cannabis - MR (Marijuana Reform), relatava:

Como eu disse em minha campanha como Presidente, ninguém deveria estar na cadeia injustamente, só pela posse ou por estar usando Cannabis. Mandar as pessoas para a prisão por posses de Maconha suspendeu e colocou muitas vidas de cabeça para baixo, encarcerando pessoas por conduta de muitas estados que não são mais proibidos. Registros Criminais de posse de Maconha também empossaram barreiras necessárias para emprego, habitação e oportunidades educacionais. E enquanto pessoas brancas, o preto, e o marrom, usarem maconha em uma quantidade similar, com negros sendo presos, processados e condenados, em quantidades desproporcionais. Hoje, estou anunciando 3 passos, do que levou ao findar essa aproximação falha Primeiro, estou anunciando uma carta de perdão de todas as prioridades Federais, por simples ofensas relacionadas a possessão de Marijuana. E tenho direcionado o Advogado Geral para desenvolver uma medida administrativa, para o processo de emissão de certificado de perdão, elegido para individuais. Há milhares de pessoas que possuem prioridade Federal em suas convicções de posse de Marijuana, que podem ter negado o vínculo empregatício, habitação ou oportunidades educacionais como um resultado. Minha ação irá ajudar a aliviar o dano colateral de consequências surgindo dessas convicções. Segundo, Eu estou incitando a todos os Governadores, a fazer o mesmo, atenciosamente a ofensas estatais. Assim como ninguém deveria estar em uma prisão Federal pela posse de Marijuana, ninguém deveria estar na cadeia, ou uma prisão estatal pela mesma razão. Terceiro, Eu estou pedindo, a Secretaria de Saúde e Serviços Humanos e ao Advogado Geral, para iniciar os processos administrativos para rever brevemente, como a Marijuana, é esquematizada na agenda do Ato de Substâncias Controladas, tornando a classificação, uma menção para substâncias mais perigosas. Esse mesmo planejamento também é usado para Heroína e LSD, e até mesmo drogas mais pesadas que a classificação do Fentanyl e a Metanfetamina, drogas que estão direcionadas a uma overdose epidêmica. Finalmente, até mesmo as leis federais e regulações do estado mudam em relação à Marijuana, limitações importantes, o tráfego, o mercado, e compras abaixo da idade, devem continuar em seus lugares. Muitas vidas foram suspensas, porque falhamos em nos aproximar da Cannabis. É hora de estarmos certos com esses erros. - Joe Biden

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Conclusão

A história da Cannabis desde o ano 1 até o presente mostra uma trajetória complexa e variada, com momentos de aceitação e rejeição, refletindo as mudanças sociais e culturais de cada época. A ascensão recente da Cannabis sinaliza uma mudança de paradigma, com a sociedade começando a superar antigos preconceitos e a reconhecer os potenciais benefícios desta planta.

Essa visão negativa da Cannabis perdurou por séculos, resultando em políticas de proibição severas ao redor do mundo. No entanto, a planta vivencia uma ascensão notável nos últimos anos. Isso se deve, na maioria, ao reconhecimento científico de suas propriedades medicinais e ao movimento social pela legalização da Cannabis.

Essa tendência para a legalização e o reconhecimento das propriedades medicinais da Cannabis têm o potencial de transformar a indústria farmacêutica, a economia e a sociedade em geral. Isso, claro, desde que os possíveis riscos associados ao uso recreativo da Cannabis sejam adequadamente geridos. Nesse sentido, a história da Cannabis é um exemplo vívido de como a percepção da sociedade e as políticas em relação a determinadas substâncias podem mudar ao longo do tempo.

Dado a seguinte conclusão, o artigo analisa a evolução da Cannabis desde os primórdios da humanidade até os tempos atuais. Nos primórdios, a Cannabis era usada tanto para fins medicinais como para rituais espirituais, sendo altamente valorizada por suas propriedades curativas e psicoativas. Contudo, em momentos mais recentes na história, a planta passou por um processo de estigmatização e vilificação, comumente associada à marginalidade e ao crime.

Assuntos: HISTÓRIA CANNABIS
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